ILHA DO TEIXEIRA - BAIA DE ANTONINA/PARANAGUÁ - BRASIL - PR
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Pesca de tainha, tainha no anzol, iscas para tainha, dicas para pesca da tainha

Pesca da Tainha no anzol

Veja também :

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Blog sobre pesca da tainha no anzol

Há algum tempo atrás topei com um assunto que muito me intriga, que é a pesca da tainha no anzol.

Pois bem, fui ao Google, nem sei como sobrevivi sem ele(o Google) por tanto tempo, e passei algumas horas lendo várias matérias e relatos sobre este tipo de pescaria, realmente deve ser sensacional, pois dizem que a tainha briga muito mais que um robalo de mesmas proporções. Pensem, um robalo já é um belo troféu então a tainha deve ser o "Best of the Best" dos troféus.

São tantas informações que achei melhor reunir tudo que encontrei num só local. São várias idéias e sugestões de como capturar a tainha, dicas de melhor horário, local, ceva, isca, etc, espero que ajude alguém.

Peço desculpas a quem forneceu estas dicas, mas não peguei algumas referências e por este motivo não estou dando o crédito, pois a maioria das opiniões estavam em blogs de pescadores com tópicos imensos, mas comprometo-me a informar as fontes conforme conseguir identificá-las, espero não estar infringindo nenhum direito autoral, divirtam-se.

Descrição

Site : http://www.ilhacompridafotos.com/2005/11/pescaria.html

Nome popular: Tainha

Habitat: Vivem próximas a costões rochosos, em praias de areia e manguezais, onde se alimenta basicamente de algas. Existem em toda a região litorânea do Brasil.

Técnicas de pesca: Muitos pescadores pensam que não se pode capturar tainhas no anzol, já que ela se alimenta quase que exclusivamente de algas. Porém, devido a grande quantidade de Tainhas existentes nos estuários brasileiros, pode-se dizer que hoje, a pesca da Tainha é sem dúvida, uma das mais esportivas. Deve-se utilizar equipamento de ação leve a média, composto por uma vara para linhas de 8 a 20Lbs, carretilhas ou molinetes que comportem aproximadamente 100m de linha de 0,30mm de diâmetro. Devido à boca da Tainha ser de tamanho reduzido, deve-se utilizar pequenos anzóis número 12 ou 14. O principal equipamento, nesta pescaria, é a bóia, fabricada especialmente para a pesca da Tainha. A melhor isca é o miolo de pão.

Dica: Em dias de sol forte , as Tainhas são facilmente encontradas nas sombras produzidas pelas árvores de mangue.

Melhor época: Nos meses de inverno, quando procura os estuários em grandes cardumes para se reproduzir.

Tamanho mínimo: Liberado.

Sumário das iscas para a Tainha, que foram encontradas em blogs e sites

- pão, miolo de pão

- gordura de peixe

- gordura de frango

- pele de frango

- tripa de sardinha amarrada com elastricot

- filezinhos finos de sardinha

- gordura de caratinga

- pão molhado (3 horas antes) e também gordura do peito do frango. Do pão tira-se "tripas" e enrola no anzol.

- sem isca nenhuma. Isso mesmo, usa-se uma pernada com seis anzóis dourados com miçanga colorida, a cor depende do dia e da cor da água

- limo das pedras

- milho

- fígado de sardinha

- fígado de boi

- fígado de galinha

- minhoca do mar com corante de bolo na cor vermelha

- anzol preto sem nenhuma isca

- pequenos pedaços de plástico preto no anzol

- camarão fresco descascado

- tecido preto de guarda-chuva - tiras de +/- 2mm/1,5cm e uso isoladamente no anzol, não pode deixar a "isca"parada,arremessar e dar pequenos toques. Vc enrola um pedaço pequeno de tecido preto de guarda-chuva no anzol e depois o desfia

- "massaroca" de pão com a barrigada da sardinha

- cavalinhas pequenas cortadas em filés

- carne de gado firme (pescoço ou lagarto) tingida de vermelho com corante de bolo, cortar do tamanho de uma cabeça de fósforo

- bolinha de isopor que cubra apenas a fisga do anzol

- Miolo de pão e algas filamentosas enroladas no anzol

Sumário de cevas para Tainhas

Em quase 100% dos casos a ceva deverá ser colocado um dia antes no local da pescaria.

- Ração de coelho dentro de um saco de ráfia. Procure pesqueiros mais profundos (poços) para cevar e posteriormente pescar.

- samburás de alumínio. E faço o seguinte:

1. tiro o miolo do pão

2. encho-o com ração de coelho

3. tampo o pão novamente com o miolo

4. encho o samburá com 30 pães assim, em média.

5. amarro uma cordinha, coloco uma pedra dentro pra afundar

6. jogo-o no fundo, do lado da vara.

- engodo feito de pó de arroz - fazer bolas, normalmente do tamanho de uma bola de futebol de salão, mas a "liga" desse engodo tem que ser boa, para que quando arremessada na água, ela chegue intacta ao fundo. Costumeiramente faço isso assim que chego no local de pesca, pela manhã. Faço uma 8.. 10 bolas de engodo e coloco. Quando temos correnteza e a previsão de parada da maré está longe, fazemos bolas maiores e achatadas a jogamos ela a alguns metros do local da pesca para que a correnteza possa levá-la ao local certo.

- restos de atum cozido e seco.

- um preparado com muitos pães velhos e duas ou três latas de sardinha em lata,coloque o pão num balde misture com a sardinha,molhe com água do mar e mexa até formar uma papa.

- farelo da casca do arroz, que é encontrado em qualquer casa agropecuaria, você faz o engodo,(pega o farelo e mistura com água até ficar uma massa consistente.

A partir daqui é uma viagem pelos sites que andei pesquisando e que vale a pena a leitura.

Encontrei um site de Portugal com informações sobre a mesma, sendo o que mais me chamou a atenção foi que por lá existem campeonatos de bóias, onde o que se analisa é a performance das bóias e a maioria dos vencedores são os que capturam tainhas, ou seja ela é difícil de capturar mesmo, vale o termo troféu realmente. Para melhor ilustrar, colei este texto inteiro e o link para acesso ao site, recomendo uma visita, pois, há muitas dicas de pesca, isca e peixes.

Site : http://www.gforum.tv/board/747/64646/quatro-especies-sargo-tainha-robalo-e-dourada-uma-so-tecnica-boia.html

PESCA à BóIA àS TAINHAS
As tainhas são peixes bastante desconfiados, excelentes nadadores e com uma visão muito apurada. Comem por sucção, tacteando os alimentos com as suas beiças, daí as ferragens serem tão difíceis.

é dos peixes que mais contribui para o aperfeiçoamento da pesca à bóia, pelo que o material a usar deve ser o mais ligeiro e ultra fino possível, para que possamos ser bem sucedidos. Todos os anos os clubes organizam provas de bóia em que a maior parte destas é ganha com tainhas. Neles participam pescadores com espírito de competição, desejando obter sempre boas classificações individuais e em representação do seu clube.

Começando pela técnica, o êxito desta pesca baseia-se na atenção visual para com a bóia dentro de água. Ao observar o seu suave mergulhar, temos de ser rápidos na ferragem, pois de contrário a tainha come a isca e cospe o anzol.

O engodo à base de sardinha deve ser bem pisado e aguado. Devemos estar sempre a salpicar o pesqueiro com engodo, recorrendo-se à técnica de embebedar, ou seja, encardumar as tainhas. Só depois destas estarem à vontade no pesqueiro sem temor da cana e do pescador, sôfregas com o engodo, é que se inicia a pesca.

O tamanho das bóias e o calibrar das mesmas depende, naturalmente, das águas em que se pesca. Principalmente com o mar em dias de agitação, as bóias terão de ter a envergadura necessária para não mergulharem constantemente na ressaca.

Uma bóia redonda de pião, por exemplo, nega o fim para o qual foi criada. O peixe engole a isca, segue o seu caminho e ao sentir uma resistência anormal cospe o anzol, o que não acontece com as bóias da Hiro, pois aliam a envergadura à sensibilidade, não mergulhando constantemente na ressaca.

Quanto mais longe se tem de lançar, maior tem de ser a gramagem da bóia.

Estas quanto mais finas e esguias, mais sensíveis se tornam.

As bóias bojudas em baixo e estreitas em cima, são para pescar em dias de vento, pois assim não oferecem tanta resistência. Em forma oval, destinam-se ao mar mais agitado.

Como exemplo diremos que, a pescar às tainhas de aproximadamente um quilo, com mar de ondulação de um metro, usa-se uma bóia de 5 gr, linha 0,18 mm no carreto e um anzol n. 10 empatado directamente na linha mestra.

Em dias de calmaria, quando o mar é manso ou para pescar nas docas em águas paradas, deve-se reduzir o tamanho das bóias. Assim é também na espessura do fio, procurando pescar o mais fino possível e empatando sempre o anzol directo na linha mestra, uma vez que a montagem permanece com mais elasticidade e evita-se ao máximo os nós que enfraquecem a linha.

O primeiro contacto com o peixe é feito no anzol, daí, o formato deste, a cor, o bico, a resistência e a espessura serem factores que são importantes para a modalidade em questão. Aconselho anzol Hiro Cristal n. 10 ref.7083.

Como exemplo diremos que, a pescar às tainhas de aproximadamente um quilo, com mar de ondulação de um metro, usa-se uma bóia de 5 gr, linha 0,18 mm no carreto e um anzol n. 10 empatado directamente na linha mestra.

Em dias de mar parado ou numa doca, já temos que pescar mais ligeiro, por exemplo, uma bóia de 2 gr, linha 0,14 mm e o número do anzol varia consoante o tamanho do peixe, entre os números 10, 12 e 14.

Na calibragem das bóias, aconselho a colocar uma "oliva" que corre na linha por cima do chumbo fendido.

Para maior facilidade e rapidez nas iscadas, aconselho os pescadores que fazem esta pesca, especialmente aos de competição, a não cortarem muito as unhas, pois é com elas que se arrancam os beliscos de sardinha, iscando-se só com as partes brancas da carne, sem qualquer espinha

Deve iscar-se com a sardinha com que se engoda. No Verão engoda-se com sardinha fresca e pesca-se com a mesma. No Inverno engoda-se com sardinha congelada e isca-se também com sardinha que foi congelada separadamente, devendo esta ser preparada da seguinte maneira: retire do congelador 1 a 2 kg, deitando-se bastante sal durante a descongelação; quando estiver descongelada, embrulham-se em panos ou em jornais para absorverem a água, deixando o sal actuar enrijando a sardinha.

A tainha não é parva, se está engodada a comer uma qualidade de sardinha, não pega tão bem na outra.

Quando o sol espelha na água, use óculos polarizados para não ferir a vista e ver bem a bóia. Se tiver o sol pelas costas, procure não fazer sombra na água, assim como pescando agachado evite mostrar-se ao peixe, não devendo usar vestuário com cores fora do ambiente em que se encontra. Por vezes, resulta "corricar" um bocadinho, deslocando a isca para lhe atrair a atenção e quando a tainha segue atrás desta, devemos ferrá-la na altura em que deixamos de ver a iscada.

Procure não deixar as tainhas bater nas pedras quando ferradas, pois basta largarem algumas escamas para escaldarem o pesqueiro.

A cana que aconselho nesta pesca muito técnica, deve ser uma cana leve concebida para pescar com linhas e bóias sensíveis, com uma ferragem ultra rápida para peixes de ferragem difícil. Esta cana de acção de ponta com 4,30 m passa a acção progressiva no trabalhar do peixe. Esta é a rainha das canas de concursos e provas de pesca. Estou a falar da cana Hino Bóia Concurso 43.

Outro site português com informações interessantes

Site : http://www.pesca-pt.com/index.php/content/view/51/49/

Tainha:
Peixe com corpo alongado, cabeça larga e chata com boca pequena. Muito abundante em toda a costa Portuguesa e também em estuários, lagoas e rios; Há várias especies de taínhas como o garrento, fataça, olhalvo e liça. Espécie dificil de capturar por ser bastante desconfiada, analisando bem o que vai comer nunca engole a isca de uma só vez mas dando pequenas trincas na mesma, é frequente trincar a isca e depois cospir.

Tainha-liça, Tainha-beiçuda, Tainha-negrão (C), Tainha, Muja (A), Tainha (M): Chelon labrosus
Tamanho: Max. 60 cm.
Habitat: águas costeiras e interiores.

Tainha-garrento, Garrento, Tainha-amarela (C), Tainha (M): Liza aurata
Tamanho: Max. 45 cm, comum 30 cm.
Habitat: águas costeiras pouco profundas, lagoas e estuários.

Tainha-fataça, Fataça do Ribatejo, Moleca (C), Tainha (M): Liza ramada
Tamanho: Max. 40 cm, comum 28 cm.
Habitat: águas frias costeiras, algumas vezes em estuários.
Pesca-se no Tejo ao corrico com bóia de água, fateicha e com minhoca do mar.

Tainha-de-salto (C): Liza saliens
Tamanho: Max. 35 cm.
Habitat: águas costeiras e interiores, lagoas e estuários

Tainha-olhalvo, Mogueira, Olhalvo (C): Mugil cephalus
Tamanho: Max. 120 cm, comum 50 cm.
Habitat: águas costeiras , estuários, lagoas e rios.

Alimentação: peixe omnívoro alimenta-se de pequenos vegetais(algas), de invertebrados e de detritos variados que extraem dos sedimentos e filtram graças as suas branquicténias. De uma forma geral alimenta-se de quase tudo.

Reprodução: no mar de Julho a Novembro, variando a época de reprodução com a temperatura da água. Maturidade sexual no terceiro ano(nos machos), e no quarto ano no caso das fêmeas.

Isco: para capturar a melhor isca é a
sardinha em pequenos filetes e por vezes tambem camarão. pode-se usar também Minhoca, Ganso, Casulo, Bolinhas de pão.

Tamanho mínimo de captura - 20
Período de pesca - Todo o ano.
Localizações em Portugal - Rios Coura, Douro, Guadiana, Mira, Mondego, Sado, Tejo e Vouga, e nas ribeiras do Oeste até ao Algarve.

Site : www.pescaemsintra.com

Fala-se muito em pescar a tainha com o limo das pedras, no site pescaemsintra, conseguí as fotos abaixo de como iscar o tal do limo e também da tripa de lula que, segundo os portugueses é ótima isca para a Salema.

A Salema à bóia

http://www.luisbatalha.com/images/stories/artigos/salema.jpg

Salema ou douradinha da pedra como lhe queiram chamar tem um corpo oblongo, dorso cinzento azulado ou esverdeado, dez bandas longitudinais douradas e de um branco prateado no ventre, chegando a atingir perto de 40 cm de comprimento. Tem a boca pequena, armada de dentição muito cerrada e afiada. A base principal da sua alimentação no Inverno são as algas e limos; no Verão também se alimenta de pequenos crustáceos como o camarão pequenino.

Há salemas todo o ano, mas a época em que aparecem em grande quantidade junto à costa é depois da desova, pois estão magras e procuram mais alimento nos meses de Fevereiro a meados de Maio.

é comum encontrá-las em cardumes em zonas rochosas ou malhadas de pedras limosas, baías e enseadas. Gostam de mares mexidos mas não demasiado bravos, águas oxigenadas onde o mar as deixe ir comer às pedras preferindo a altura da meia maré para a enchente, pois é quando melhor conseguem alcançar as pedras com limo. Observam-se por vezes cores de águas esverdeadas que assinalam a presença de limos ou de fragmentos deste que se encontravam no fundo e que o mar bravo pôs em suspensão.

O interesse da salema na competição é importante.

é um peixe muito lutador, proporcionando bons momentos de pesca, quando bem ferradas, mergulham fundo abaixo, correndo sempre a bater, o que também proporciona um certo gozo na sua captura.

Na competição por vezes ganham-se concursos com salemas, devido ao seu peso por vezes elevado e por andarem em cardume, proporcionando um número elevado de capturas, muito embora só valham 2 pontos por grama.

A maior parte das vezes aparecem em maior quantidade do que o peixe dito mais "nobre", como os sargos, os robalos e as douradas.

http://www.luisbatalha.com/images/stories/artigos/salema.jpg

Tècnica:


Pessoalmente para esta pesca prefiro uma montagem directa sem baixadas e utilizo uma bóia fixa, a utilização do material correcto em competição é importante pois por vezes acontece o seguinte; visto a salema ter uma visão apurada e nadar pelo fundo e a meio fundo por vezes vê a linha, um exemplo 0,26 e a salema não pega. Muda-se de bobine para 0,20 embucham e cortam a linha.

Quem faz mergulho repara que por vezes o mar faz a rabujada por cima, mas em baixo a água é transparente e vê-se perfeitamente bem. Ora o peixe vai ver se o anzol está mal iscado, a espessura da linha, o brilho dos chumbos fendidos se forem novos. Por estas razões e também a pesca com baixada não funciona tão bem por ter espessuras de linhas diferentes e não ter elasticidade na totalidade; tudo isto são pormenores que vão influenciar no número de capturas. Aconselho uma cana rija que "mate" o peixe rapidamente e o ponha fora de água antes que corte a linha. Por vezes a linha é fina e quando se pesca a prumo fica entalada nos dentes não conseguindo cortála. Contudo, por vezes quando embucham cortam em cerca de 50% dos casos.

A POWER X da HIRO já me demonstrou que em acção de pesca com sargos, douradas e robalos, corresponde perfeitamente e iça um peixe. O normal sem utilizar camaroeiro. Não devemos pôr nunca a cana a prumo quando se iça o peixe de maior dimensão.

Um carreto de boa qualidade com duas bobines para mudar de linha de acordo com a cor da água é fundamental. Aconselho as melhores marcas do mercado, como por exemplo a Daiwa, dependendo do gosto do pescador.

Quanto à linha, esta deve ser forte e rija como por exemplo a Siglon.

Os anzóis mais funcionais na pesca da bóia são o anzol Hiro High-Tech-Hook formato Chinu n. 5 ou n. 4, o anzol Mustad referência 515 n. 6 ou n. 8, sempre empatados directamente, como é obvio.

A bóia escolho-a dependendo do estado do mar e da ondulação, vento e lançamento, preferindo as mais sensíveis e de baixa gramagem até o mar deixar. Assim quando o peixe aboca a isca não sente a prisão da bóia, não a cuspindo, como é exemplo a foto em que estou na praia da Samarra em Sintra. Como podem verificar a feição do mar, permitiu-me pescar com uma bóia de 5 g da Hiro.

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Também quero referir que ao contrário de outras espécies de peixes, às salemas pesco com o Drag do carreto fechado não dando "hipóteses", assim que as ferro é força contra força para não me roçarem a linha. Utilizando esta técnica já tenho obtido boas classificações em competição.

Quanto mais se trabalha este peixe maior são as probabilidades de o perder, além de espantar os outros.

O meu amigo Francisco Falua em Cascais também pescou a elas só para matar o vício. Pescando ao tento com uma cana POWER X de 6 metros, utilizou a bóia só para medir o fundo visto esta ficar fora de água. Como a cana é rija mas também sensível ferrava-as e tirava-as logo de seguida, juntando assim algumas pessoas a vê-lo pescar. O mais engraçado foi quando se estava a tirar o anzol a uma salema e esta defecou para cima dos sapatos dum dos observadores que estava a ver pescar. Os restantes riram-se imenso em alto e bom som, enfim, foi uma tarde bem passada.

O engodo

O engodo deve ser bem feito, utilizando sardinha gorda e fresca. Contudo se não se souber ver o mar este pode enganálo, bastando que no momento em que você está a ver o pesqueiro e o mar faça uns rasos, isto é, água azul bonita sem grande rebentação. Aí, você não hesita e desce ao pesqueiro. Só quando está lá em baixo começa a reparar que o mar é de enchidos com rebentação irregular e quando começa a engodar mesmo quando o mar faz os rasos você nota a corrente, não se segurando o engodo. Lamentavelmente você desceu ao pesqueiro com o material às costas para voltar com as mãos a abanar (grade).

A regra número 1 de pescar à bóia e engodar é saber ver o mar com calma, pois se não está com condições escolhe-se outro pesqueiro.

Saber engodar tem muito que dizer e saber. Para engodar no Inverno utilizo sardinha congelada gorda mas da solta e para iscar separo umas sardinhas na véspera que embrulho num pano com sal a fim de as enrijar.

Deve-se iscar com a mesma sardinha com que se faz o engodo.

No Verão a sardinha está gorda e fresca, pesca-se então com sardinha fresca, por vezes misturo areia seca e faço um engodo mais compacto para afundar e se segurar no pesqueiro. Utilizo habitualmente areia para mares mais mexidos, engodando no momento em que o mar faz os rasos ou seja, quando está mais calmo. Também deito uma colher de engodo antes de pôr a isca dentro de água. Com mares mais brandos com pouca corrente, onde haja poços, caneiros ou buracos, não misturo areia no engodo para que este se dissipe melhor nas águas, chamando mais eficazmente o peixe. No caso da salema faço um engodo bem pisado para o fino.

Para engodar correcta e eficazmente, devemos observar a direcção com que a ondulação atinge a costa, e da forma como se dá a ressaca e faz a escoa. Assim, e porque o que vai transportar o engodo é a água que sai, devemos colocá-lo onde o retorno da onda vai produzir a escoa sobre as pedras, mantendo-o no pesqueiro. é absolutamente necessário detectar a existência de corrente que possa transportar o engodo para fora do nosso pesqueiro. Tal facto, pode provocar o afastamento do peixe, pondo-o a comer mais longe. A forma como se engoda depende de inúmeros factores, entre eles a morfologia da costa, a altura de água, o posicionamento do pesqueiro, a agitação do mar; cabe sempre ao pescador decidir o que fazer para as condições que encontra.

http://www.luisbatalha.com/images/stories/artigos/salema2.jpg

Iscos:

Tripa de lula é uma das melhores iscas para as salemas.

  • Tripa de sardinha.
  • Minhoca que vem juntamente com limo de baga.
  • Sardinha - isca-se em pequenos beliscos.
  • lombos de sardinha sem espinhas agarradas só a tapar o anzol.
  • Camarão - isca-se descascando o camarão amachucando-o e partindo dois ou três beliscos com a unha enfiando só a tapar o anzol

verde escuro tipo caldo verde em fitas e isca-se pegando num molhinho e enrola-se à volta do anzol e vai-se espetando à medida que se vai enrolando no fim espeta-se o bico do anzol onde faz a bola e retiram-se as pontas.

http://www.luisbatalha.com/images/stories/artigos/salema11.jpg

http://www.luisbatalha.com/images/stories/artigos/salema12.jpg

Outro site português com mais informações sobre a pesca da tainha :

Site : http://www.pescaemsintra.com/novosite/index.php?option=com_content&task=view&id=349&Itemid=273

Tainhas e o seu valor

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http://www.luisbatalha.com/images/stories/artigos/tainha_e_o_seu_valor1.jpg

As diferenças entre a tainha e o garrento são poucas, excepto na malha dourada no opérculo e na espessa camada de garro.

Neste artigo vou falar-vos dos valores da tainha não só do valor que tem em competição como da parte gastronómica. Todos os anos os clubes do Norte, Centro e Sul organizam convívios que são sem dúvida os que têm o maior número de participações, comparando-os com os da Federação Portuguesa de Pesca Desportiva.

Alguns destes são ganhos por quem sabe apanhar tainhas pois a sua pontuação em certas regiões é elevada tirando assim valor ao pescador do fundo que só tem hipótese de competir quando está mar bravo.

Também é para elucidar pescadores iniciados na pesca à bóia da manha das tainhas e para quem gosta de convívios da pesca desportiva.

Depois do almoço à espera das classificações e da entrega dos prémios a falar de pesca aprendemos uns com os outros, pois o sabe tudo ainda não nasceu.

O outro valor que tem é na cozinha, mas só em certas zonas do país em que mares bravos e águas não poluídas como é o caso do litoral de Sintra geralmente onde a pesco. Para quem a souber preparar pouca diferença faz do robalo devido à alimentação que têm e habitarem num mar limpo.

Por isso lembrem-se de quando vão à pesca não deixarem lixo nos pesqueiros.

Tainhas

A tainha e o garrento são das muitas espécies de tainhas as mais comuns na nossa costa, peixes bastante desconfiados uns excelentes nadadores com uma visão bastante apurada que comem por sucção daí as ferragens serem tão difíceis.

São dos peixes que mais contribuem para o aperfeiçoamento técnico em acção de pesca, daí o material a usar deve ser o mais ligeiro e ultra fino, para que sejamos bem sucedidos.

Um peixe que se alimenta de ovos de outros peixes, pequenos animais marinhos e fitoplâncton que são algas microscópicas em suspensão.

Vem daí o gosto da nadar à superfície e à meia água à procura de alimento.

http://www.luisbatalha.com/images/stories/artigos/tainha_e_o_seu_valor2.jpg

Uma equipa do Clube Amigos de Pesca e Caça de Colares utilizou a técnica de encardumar as tainhas com ajuda da farinha Sensos APMUL.

As diferenças entre a tainha e o garrento são poucas, excepto na malha dourada no opérculo e na espessa camada de garro.

Locais em que se encontram

Em toda a costa e em todos os rios de corrente branda e regular pois vive e desova igualmente em águas doces, salobras e salgadas por ser euritérmica e euralina, quer dizer suporta facilmente grandes diferenças de temperatura e de salinidade. Facilmente se encontram em baías e praias onde haja pedras marisqueiras e pedras limosas. é nas baías de pedras de seixos que a concentração de fitoplâncton é maior e daí o gosto por esses locais.

Para a pescar com sucesso aconselho mar com ondulação fraca e águas lusas onde faça um pouco de rabujada ou seja, água branca não em excesso, sendo preferível pescar meia maré a encher.

http://www.luisbatalha.com/images/stories/artigos/tainha_e_o_seu_valor3.jpg

O engodo

No mar, sardinha gorda e fresca, pois a gordura e o sangue da mesma é uma regra fundamental. Um pouco de óleo de sardinha para dar mais gordura e cheiro ao engodo e farinha da Sensas APMUL que serve de excitante e ajuda a encardumar as tainhas.

Pisando mais ou menos 15 sardinhas gordas por cada balde, bem trituradas, junta-se água à medida que se vai pisando seguindo-se de duas rolhas de óleo de sardinha e de um pouco menos de 1/4 de pacote de APMUL, pisando e misturando com um pouco de água de vez em quando até obter uma calda espessa. Os primeiros baldes podem ficar assim com o engodo um pouco grosso até meter o peixe no pesqueiro.

Quando o peixe já está no pesqueiro os seguintes baldes de engodo devem ser mais bem triturados e aguados a fim de encardumar as tainhas engodando compassadamente o pesqueiro com uma concha, estando quase sempre a salpicar o mesmo com a finalidade de manter o peixe no pesqueiro, mas não de lhe dar muito de comer.

Deve-se utilizar a técnica de embebedar ou seja encardumar as tainhas e só depois de elas estarem à vontade no pesqueiro sem temor da cana e do pescador sôfregas com o engodo é que se inicia a pesca.

http://www.luisbatalha.com/images/stories/artigos/tainha_e_o_seu_valor5.jpg

Em docas, estuários, águas com pouca corrente e pouco profundas pode-se utilizar o APMUL conforme está indicado no pacote.

Para não perder tempo a fazer o engodo na hora da prova, pois o tempo e a rapidez é precioso, pode fazê-lo na véspera usando uma vasilha com tampa de plástico não a enchendo até cima e pondo-a na arca das sardinhas para não fermentar. Duas ou três horas, não mais para não correr o risco de o engodo ficar em pedra, congelado. Duas ou três horas antes da prova adicionar o pacote de APMUL.

Iscar

A técnica de iscar e as iscadas dependem do tamanho do peixe e como ele anda a comer, se à superfície se à meia água.

Sendo a tainha um dos peixes que come por sucção tatiando as iscadas nas beiçolas, estas devem ser as mais pequenas a tapar o anzol no caso da tainha.

O garreto quando está em cardume e a pegar bem, um belisco tamanho de um bago de arroz no bico do anzol às vezes é quanto basta.

Para a tainha grande um pequeno lombinho a iscar tipo minhoca costuma dar resultado pois ela não consegue roubar pelas pontas e é tentada a sugar.

Outra hipótese de ser feita a iscada é com três beliscos porque se ela conseguir roubar um ainda ficam dois.

Aconselho aos pescadores que fazem esta pesca, especialmente aos de competição, a não cortarem muito as unhas ou a não as gastar a apanhar tiagem pois é com as unhas que se arrancam os beliscos de sardinha, iscando só com as partes brancas sem espinhas, sendo as partes da barriga as mais cobiçadas pelas tainhas.

http://www.luisbatalha.com/images/stories/artigos/tainha_e_o_seu_valor6.jpg

para quem tem pouca prática a iscar e quando lança por vezes a iscada cai, aconselho a iscar com chicharro ou sardinha fresca começando por arrancar com as unhas a barbatana dorsal da sardinha tirando-lhe a pele de seguida e isca-se, começando pelos lombos até às partes da barriga.

Iscas: sardinha, minhoca, savelha e chicharro

Deve-se iscar com a sardinha com que se engoda.

No Verão engoda-se com sardinha fresca e pesca-se com a mesma.

No Inverno engoda-se com sardinha congelada e isca-se com sardinha congelada mas da solta, devendo esta ser preparada da seguinte maneira: Deixe descongelar 1 ou 2 kg de sardinha em sal. Quando está descongelada embrulhe-a num pano para enxugar e ponha mais umas pedras de sal para enrijar.

O peixe não é parvo se está engodado a comer uma qualidade de sardinha não pega tão bem na outra.

Técnica

O êxito desta pesca baseia-se na atenção visual seja com a bóia dentro de água a ver o seu suave mergulhar ou a pescar com ela no ar, isto é a pescar ao tento a ver, ferrando assim que deixamos de ver a isca, temos que ser rápidos na ferragem pois de contrário ela comê-la-á como quem come azeitonas, deitando o caroço fora.

O tamanho das bóias e o calibrar das mesmas depende naturalmente das águas em que se pesca, principalmente no mar em dias de agitação, as bóias terão de ter a envergadura necessária para não mergulharem constantemente na ressaca.

Em dias de calmaria, quando o mar é manso ou a pescar nas docas em águas paradas, deve-se reduzir o tamanho das bóias, assim é também na espessura do fio, procurando pescar o mais fino possível.

Um exemplo, no mar com ondulação de 1 a 2 metros a pescar tainhas de quilo põe-se uma bóia de 5 gramas, 0,18 no carreto e um anzol n° 8.

Em dias de mar parado ou numa doca, já temos que pescar mais ligeiro, por exemplo uma bóia de 1 grama, 0,14 no carreto e o número do anzol deriva com o tamanho do peixe sendo variável entre os números 8 e 14.

Na calibragem das bóias aconselha-se a pôr uma oliva, bem como a distribuição do chumbo pela linha depende da altura de água em que o peixe se encontra.

Conselhos

Quando o sol espelha na água use óculos de sol polarizados para não estragar a vista e ver a bóia.

Se tiver o sol pelas costas procure não fazer sombra na água assim como pescando agachado evita mostrar-se ao peixe, não devendo usar vestuário com cores fora do ambiente em que se encontra.

Na competição aconselho a terem duas canas montadas com bóias e anzóis diferentes para ver qual é a que tira mais rendimento.

Utilize chumbo fendido macio para calibrar as bóias e não ofender a linha e, aconselho ainda chumbos velhos para não brilharem.

A pescar na prumada ao tento, com a bóia fora de água a ver a tainha a sorver a isca, tira-se mais rendimento a pescar com anzóis sem barbela pois por vezes desferram-se sozinhas dentro do balde.

ás vezes resulta corricar um bocadinho a isca para lhe atrair a atenção, quando ela vem atrás, na altura em que deixamos de ver a iscada é quando a devemos ferrar.

Procure não deixar as tainhas quando ferradas ir às pedras pois basta largarem algumas escamas para escaldarem o pesqueiro assim como quando se põe o camaroeiro ao peixe é aconselhável lavá-lo para tirar o garro antes de o utilizar pela segunda vez.

Quando se ferra uma tainha grande aconselho a desviar o peixe do pesqueiro para não assustar as outras.

O material: as canas

Por muitos anos a olhar o mar e a saber lê-lo, com muitas centenas de horas à pesca, só depois de pescar com as canas em protótipo é que vejo se são apropriadas para o tipo de pesca que indico.

Por isso vos aconselho para o mar uma cana de bóia sensível mas que também dê para pescar aos sargos e robalos e que também se possa utilizar em pesqueiros altos e em mar aberto pois para investir dinheiro numa cana boa para este tipo de pesca no mar indico esta que é apropriada para ferragens difíceis, mas que também têm a vantagem de içar um bom peixe na prumada e fazer uma pesca rápida em competição, que é por exemplo pormos o balde de pôr o peixe ao pé de nós e quando o içamos na altura certa, que ele nos venha cair logo no colo, agachando-nos desferrando-o pondo-o logo dentro do balde não perdendo assim tanto tempo.

Por já ter pescado com a WEST COAST X de 4,5m, acção 10- 60 gr. da HIRO, como podem ver nas fotos, a aconselho.

Para pesca de alta competição, docas ou mar parado com linhas mais finas.

Aconselho duas canas de pesca à inglesa:

HIRO MAST 390

SHIMANO SULT MHT 390 FA

São o sonho de quem gosta de pescar com linhas finas.

Os carretos

Um bom carreto é um investimento a longo prazo por isso se não quer gastar dinheiro duas vezes, a comprar um barato, com peças de plástico e depois ter de comprar outra vez um bom carreto, mais vale comprar de uma só vez, mas quando se fala nas marcas DAIWA ou SHIMANO não vale a pena dizer mais nada, o que vos posso aconselhar são alguns modelos.

SHIMANO TWIN POWER 4000

STRADIC 2000 FG

SYMETRE 4000 FG

SYMETRE 2000 FG

DAIWA

TDS 2500 IA

EMS 2500 A

TEAM DAIWA-S 1500 IA

As linhas

As linhas devem ter elasticidade e resistência ao nó, à água salgada, serem finas e fortes e com pouca cor, já experimentou a nova SIGLON TOUGH? Como o peixe não usa óculos experimente você mesmo e compare com outras linhas dentro de um copo com água e veja a diferença.

Anzóis

O primeiro contacto do peixe é feito no anzol, daí o formato, a cor, o bico, a resistência e a espessura serem factores que são importantes, por isso aconselho o MUSTAD Ref. 515 N, anzol específico para iscar com sardinha.

Para o peixe mais miúdo e linhas mais finas, MUSTAD Ref. 60100 BLN.

As Bóias

Também estas são muito importantes pois são elas que nos dão o sinal do peixe, desde o formato e cor à gramagem, diferem para cada tipo de situação de mar e vento e de lançamento pois quanto mais longe se tem de lançar maior tem de ser a gramagem, quanto mais finas e esguias mais sensíveis são, dependem muito do estado do mar, bojudas em baixo e estreitas em cima são para pescar em dias de vento, pois assim não lhes oferecem tanta resistência em forma oval é para mar mais agitado, a Hiro e Mori, tem uma colecção de bóias para estas situações.

Gastronomia

Ponha uma tainha de mar fresca com 1500 gr. aproximadamente para quatro pessoas. Ao amanhar a tainha, limpar bem a barriga, raspando a pele preta. Esfrega-se com sumo de 1/2 limão. Enche-se a barriga da tainha com coentros aipo e salsa, mete-se uma camada de cebola no fundo dum tabuleiro para ir ao forno. Coloca-se a tainha e os seguintes ingredientes: sal q.b. 2 dl. vinho branco 4 colheres de sopa de azeite 2 colheres de sopa de margarina 2 tomates maduros 1 cebola 2 dentes de alho metade de um pimento aos pedaços 3 fatias de bacon 1 colher de chá de pimentão doce 1 malagueta e vai ao forno durante 45 minutos. Vai-se regando com o molho de vez em quando. Acompanha-se com batatas novas cozidas em água e sal; escorrem-se aloiram-se na frigideira com duas colheres de sopa de óleo e duas colheres de sopa de manteiga e um pouco de pimenta moída. Acompanha-se com vinho branco João Pires, colheita de 98. Bom apetite!

Comentários extraídos de blogs diversos

1° - Aqui no sul, nós pescamos tainha no anzol com fígado de boi ou de galinha. Utilize uma vara grande, no mínimo 5 metros de comprimento, que seja forte pois elas brigam muito.

Monte o equipamento com uma linha super raiglon 0,33 a 0,35mm, uma bóia ou pena no tamanho médio para pequena, chumbada leve e anzol marusseigo número 14, que seja forte também.

Ela deve ser pescada no fundo, isto é, com o anzol próximo ao fundo. Ceve o pesqueiro com ração para coelho. O ideal é cevar pelo menos 1 dia antes da pescaria para que as tainhas se concentre pelas imediaçãoes.

Procure pesqueiros mais profundos (poços) para cevar e posteriormente pescar.

Entretanto, como é um peixe bastante arisco, não vai ser póssível você pescar de caiaque. Nós costumamos descer do barco, caminhar pela margem do mangue e pescar do barranco, fazendo o máximo de silêncio, senão o bicho não aparece. Já tentamos de barco e não tem jeito.;

qualquer barulhinho já era!

2° - Para pesca da tainha com anzol eu uso minhoca do mar, corante para bolo vermelho e farelo da casca de arroz.

Com o farelo da casca do arroz, que é encontrado em qualquer casa agropecuaria, você faz o engodo,(pega o farelo e mistura com agua até ficar uma massa consistente, elas adoram.

Logo após corta a minhoca do mar em pequenos pedaços de no maximo 1cm cada e em um pote coloca o corante vermelho e mistura na minhoca do mar, ai aonde voçê colocou o farelo pesca em cima ..não tem errada.

Cuidado que as bichas são manhosas a pegada delas é muito sutil é só um toquinho ai é só ferrar e correr pro abraço.

Aqui no sul, no Rio Mampituba se pesca muito desta forma.

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só mais uma curiosidade a respeito:

no Iate Clube do RJ é comum pescar tainhas com anzol preto sem qualquer isca ... é só uma linha de mão, com um pequeníssimo chumbo de amassar e um anzol mais ou menos tamanho 12, que TEM que ser PRETO ... A pescaria é assim: de cima do pier, solte a linha até que o anzol fique entre 10 e 30cm abaixo da lâmina d'água ... Aí é só esperar a tainha abocanhar ... Nunca vi essa "técnica" ser usada em outro lugar, mas deve funcionar em outros pieres tb

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Celio eu ouvi falar em amarrar um pedaço pequeno de plasticopreto no anzol deve ter a mesma funçao do anzol preto, mas nunca ouvi falar que dera certo, mais uma dica para a tentativa pois nao custa tentar.

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é Célio cansei de ver a molecada pescando no pier 3, lá no yatch do jeito que vc falou, mas nunca vi ninguem pescando em outro lugar assim, será que é o limo das pilastras e elas acham que é um pedaço que descolou? Abs

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paulo

tamb sou do rio não sei se vc ja viu

+ aqui na praça 15 tem uma galera que pega

muita tainha com 2 anzois bem pequenos

prezo a uma boi bem na superficie

com sebo de galinha amigão não sei se

serve para todos os lugares + pelo menos ali da

certo.um abraço.

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Uma questão:

Será q um pequenino grub preto não surtiria efeito, seguindo o raciocínio do Celio a respeito do anzol preto e dos pequenos vermes?

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não sei, marcos ... Essas minhoquinhas a que me referi são realmente pequenas e finas ... Um grub, por menor que ele seja, será muito maior, sem falar que a pegada da tainha é aparentemente lenta ... Já pequei nas duas técnicas a que me referi (limo e anzol preto) e em ambas ela investe bem mansa na "isca" ... Seja como for, não custa tentar ... Aliás, talvez até as pequenas minhocas de jardim surtam algum efeito ...

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olá pessoal.

pesco tainha,dependendo da época ,com:

barrigada de sardinha,pão,camarão fresco descascado ,tiras de tecido preto de guarda-chuva..isso mesmo.

tanto boiado como no fundo.

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Explica isso direito, Amilcar

Os ingredientes comestíveis formam uma massa, certo? ... Onde entram as tiras de tecido? ... Vai de enfeite no anzol?

Bem interessante

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Olá Celio.

Pão,barrigada de sardinha e camarão(cortado em tirinhas longitudinais) podem ser usados separadamente.

Faço também uma "massaroca" de pão com a barrigada,é bem atrativo.

Uso bóia ,girador e apenas um anzol.

Quanto ao tecido de guarda-chuva(preto),faço tiras de +/- 2mm/1,5cm e uso isoladamente no anzol.Aprendi essa técnica com caiçaras lá em

Bertioga.Não pode deixar a "isca"parada,arremessar e dar pequenos toques.Se quiser pode passar as tirinhas na barrigada.

Gosto mais de pescar com vara de bambu,não tem preço uma pescaria dessa.

No inverno,no canal em Bertioga,pagava muita tainha(2/3kg) pescando de fundo, usando camarão fresco descascado (sem sulfito).

abs

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nao CELIO

e so colocar tiras pequenas de pano preto acho que

e para imitar minhoca ou limo alimento das tainhas

mas estas nao deram as caras com pao e tiras de plasticos

pretos

sao criadas no berço ,manhosas

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é isso aí Célio. Já pesquei com essa técnica tb. Vc enrola um pedaço pequeno de tecido preto de guarda-chuva no anzol e depois o desfia.

fica parecendo limo...

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Paulo Roberto!!!

Nós temos um cliente que é o Prof. Pardal, enfim fica o dia inteiro atrás de criar algo para pescar as Tainhas e outros peixes, o cara já tem guelras rsrsr e tem o respeito de todos nós da loja e de muito clientes que acabam indo pescar com ele todos os dias.

Vou tentar te explicar e também vou te conseguir uma isca dessa. (só que você precisa de paciência para ver o relato)

Tudo começou ele indo na KV iscas artificiais e deixar o Dorival sem cabelos, ele inventou de por quatro pitões em uma isca pequena só que tem que ser na cor osso.

1o. pitão boca da isca para amarrar o snap

2o. pitão nas costa da isca (tipo altura da nadadeira)

3o. pitão na barriga

4o. no rabo da isca

1o. Começa o mais difícil, tem que fazer 3 chicotes de aprox. 5 cm de fluor carbono com anzois Maruseigo nr. 14 ou 15, preparado para ficar retos esse chicote por isso tem que ser fluor carbono.

Para pegar as Tainhas esse é o segredo dele, imagina que todo dia ele vai, já inventou 500 modelos de boias, iscas etc.... etc....

2o. Passo cevar bastante com ração de coelho e pão velho, isso não é novidade é para atrair o cardume (nesse local as tainhas já tem nome quando o Caito chega elas correm para recebe-lo ) obaaaaaaaaaa

3o. Picotar pequenos pedaços de pão por numa vasilha e borrifar coca cola (é sério), para que a coca cola, para o pão se tornar pegajoso, quando as tainhas começarem a encostar ou parati mesmo, pegar 3 pedaços de dessa isca e colocar nos 3 anzois, arremesar com vara longa de preferência ultra ligth e molinete, não precisa trabalhar nada, elas vem e atacam a isca.

Isso você faz durante algumas vezes logo após isso não precisa mais usar o pão é só jogar e aguardar. Um detalhe a isca nunca corre, tem que se prestar a atenção no movimento da isca artificial sempre lembrando cor osso, mexeu são as tainhas ou paratis.

Meu marido, ficou muito curioso e não acreditava na tal história, e foi testar, e pegou 37 tainhas e paratis. Ele usou boia no mesmo esquema e não funcionou, ele acha que é devido a cor da isca e que as tainhas foram condicionadas a atacar aquela isca. Pois nem na ceva de pão elas iam mais. Somente na isca artificial. Essa experiência foi que o Marco me passou e outros clientes também, que vão constantemente pescar com ele.

Esse é o local

Marco e a mordomia na pescaria

Foto do Caito inventor da isca

Esse é um relato sobre a pesca da Tainha, aqui em São Paulo cada um tem o seu jeito e seus macetes, e esse é um deles.

O Marco achou um tanto curioso e realmente ele achou divertido.

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Amilcar, eu já usei essa técnica!

Tomei uma baita bronca da patroa por ter acabado com um guarda-chuva , mas valeu a pena!!!!!!

Simplesmente 46 Tainhas pro saco!!!!

Esses toquinhos deixaram elas doidas!!!

PS: Tente a do tecido e depois me fala.

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Eduardo e Amilcar,

Me interessei pela coisa. Eu agradeceria se vocês dessem mais alguns detalhes. O anzol (+ ou - 12 ?!) em que a fita do guarda-chuva é fisgada deve também ser preto ou escuro? é necessário uma bóia pra manter a tira preta em alguma profundidade específica, por exemplo, mais ou menos 30 cm da superfície? Pode ter algum chumbo pra facilitar o arremesso? O girador pode ficar perto do anzol ou isto torna o engôdo pouco eficiente? Agradeço qualquer dica que vocês puderem dar. Tenho visto tainhas entrando no rio aqui da minha cidade e, como o robalo está ficando difícil, estou pensando em mudar temporariamente de pescaria.

Forte abraço, Humber

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Boas!!

-Me interessei por esse fórum sobre pescaria de tainhas com anzol,pois moro numa ilha dos Açores em Portugal,e costumo pescar tainhas com anzol aqui.

-Não tem muito segredo,pois como aqui a água é sempre muito limpa (a ilha fica a mais de mil km do continente)e tambem são águas frias,

existe uma variedade de peixes por toda a costa da ilha que no Brasil seriam encontrados quase em mar aberto (sargos,enxaréus,anchovas,bicudas ou barracudas).

-Na minha pescaria de tainhas é fundamental o uso de engôdo,uso restos de atum cozido e seco (restos de uma fábrica de ração animal,deve ser comida pra gato),mas tbm pode ser usado um preparado com muitos pães velhos e duas ou três latas de sardinha em lata,coloque o pão num balde misture com a sardinha,molhe com água do mar e mexa até formar uma papa.

-Como a água é limpa,fica fácil ver o cardume,jogue o engôdo aos poucos,as tainhas vão se aglomerar para comer o engôdo.

-Isca:eu uso cavalinhas pequenas cortadas em filés ou sardinhas em filés,existe uma massa feita de pão que eu não sei como se faz e não gosto de pescar com ela,outra isca boa é a minhoca do mar.

-Anzol pequeno para médio,coloco pedaços pequenos de isca (tainha tem a boca pequena)

-Linha 0,35,chumbo pequeno,muitas vezes eu pesco vendo o peixe na água e não preciso de bóia,quando uso bóia uso a bóia solta na linha com uma linha fina amarrada na linha principal,a bóia solta dá mais liberdade na hora do arremesso.

-Parece história de pescador,mas dificilmente volto pra casa com menos de 20 tainhas,meu recorde é de 25 kgs de tainhas,que peguei em torno de 3 horas e meia de pescaria.

-é isso moçada,espero ter ajudado de alguma forma,e não esqueçam: O ENGÔDO é MUITO IMPORTANTE!

-Abraço!

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Fala galera!!!

Estou louco para fazer uma pescaria de tainha no anzol. Ate ja estou marcando com um amigo.

Mas quero tentar se é que da, com iscas artificiais. Gostei da ideia do saco preto e do pano de garda chuvas. Mas fiquei com uma divida...

Se entedi bem o pano serve como uma minhoquinha, um chamaris, se for, é assim que quero pescar!!!

com base nisso minhas duvidas:

1° amarro, prendo, o pano de guarda chuvas direto no anzol como se fosse uma minhoquinha...?

2° Tenho que usar chicote com quantos anzois e de que tamanho? Ou nao precisa o chicote so um anzol é o suficiente?

3° Tem que ter chumbo? que peso?

4° A pesca se da a meia agua, 30cm, 50cm, 1m da lamina d'agua ou no fundo?

5° encostas na saida de rios para o mar sao produtivas?

6° qual a dimenção ideal do equipamento para essa pescaria? uma vara de 10-20Lbs molinete com linha 0.30 super raiglon serve?

7° alguem ja usou o pano ou o saco e teve resultado produtivo?

obs: nao pesco com iscas naturais. por isso que quero tentar o pano e o saco.

alguem sabe de outro tipo de isca artificial para tainha? ja ouvi falar de balao de festas estourado...

grande abraço a todos e boa sorte...

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Paulo, estou na região sul de Santa Catarina e aqui pescamos tainha no rio perto da barra com o mar. Tem dias que pescadores chegam a pegar mais de 100 tainhas cada um. Aqui pescamos tanto de molinete como de caniço. Nós pescamos em cima de balsas ou mesmo quem não tem, pesca em cima de barcos. Mas para que o peixe que está entrando no rio, pare em frente aos pesqueiros, costumamos colocar engodo feito de pó de arroz. Esse pó é conseguido junto as indústrias que beneficiam o arroz branco. Mas tem que ser o pó mais fino que sai do processo de descasca. Pode também ser do arroz parbolizado, o amarelo. O problema se fores usar o pós mais grosso, é que quando misturado com água, ele não dará a aderência necessaria. O objetivo, é fazer bolas, normalmente do tamanho de uma bola de futebol de salão, mas a "liga" desse engodo tem que ser boa, para que quando arremessada na água, ela chegue intacta ao fundo. Costumeiramente faço isso assim que chego no local de pesca, pela manhã. Faço uma 8.. 10 bolas de engodo e coloco. Aqui pagamos de 10 a 12 reais por saco. é importante que você costume o peixe a vir comer no seu local de pesca. Nós aqui, num local novo, colocamos em uma semana, cerca de 2..3 sacos de engodo, para chamar o peixe.

Depois dele acostumado, basta colocar o engodo somente quando for pescar. Outra dica importante, somente coloque essas bolas quando chegares, pois se colocares durante a pescaria, isso assusta o peixe. A tainha é um peixe por vezes chato de ser pego.

As vezes o engodo está no fundo e o peixe não vai lá comer, então, durante o dia, a cada 2 hrs mais ou menos ou quando perceberes que ela já não "bate" mais no anzol, faça um engodo mais seco e espalhe na água, esse engodo não deve ter a "liga" que falei acima das bolas.

Esse engodo mais seco é exatamente para espalhar na água, para que vá bem espalhado ao fundo, levando junto as tainhas que estão em meia água. Aqui pescamos com agua de 4 a 7 mts de profundidade. é importante que escolhas um lugar com a funduna parecida, que seja plano no fundo, pois se tiver um barranco no fundo da água, as bolas de engodo não ficarão na sua frente. Bem, por enquanto falei só dos atrativos para a tainha.

Quando a isca, usamos carne de gado. Procure uma carne firme, pescoço ou lagarto. Corte pedanhos não muito maiores que a ponta de um palito de fósforo. Nós, para avermelhar a carne, colocamos corante vermelho, aquele que é usado para colorir bolos, encontras em mercados, custa R$ 1,50 o vidrinho.

Outra isca boa também, é a minhoca da praia, mas tingida de vermelho com o corante. Mas o que mais surpreende a nós, é que a tainha adora o isopor.

Sim, bolinhas de isopor. Simplesmente é a isca mais usada aqui. Mas a bolinha deve ser pequena somente cobrindo a ponta do anzol. Procure anzós que tem a "farpa" bem próxima a ponta para que o isopor possa se firmar bem.

Coloque somente uma bolinha. Se aparecer a ponta do anzol, ela já não vem mais na isca. Mas elas são chatas.

Tem dias que querem determinada isca, tens que testar todas elas para veres quais elas querem naquele dia. Pela experiência daqui, normalmente começa pela manhã com carne e depois vai para o isopor. Quando não querem uma nem outra, ela quer a minhoca.

A pesça com caniço é feita com uma bóia amarrada por fora da linha principal, e a profundidade deve ser medida. Normalmente o anzol deve ficar de 5 a 10 cm do chão, por isso citei escolher um local mais plano, pois a boia pode "andar" sem perder a profundidade correta.

No caniço somente usamos carne ou minhoca.

No molinete, com chicote de 2 ou 3 anzóis usamos todas as iscas.

O chumbo, normalmente com 50 gr, não deve ficar longe do primeiro anzol.

Meça fora da água, para certificares que quando o chumbo está no chão, o primeiro anzol fique a uns 5 cm do chão, pois é lá que estará o engodo e lá que elas vão se alimentar.

Não pense que a tainha é pescada como outros peixes, são pouca que se "suicidam" e avançam na isca e se ferra sozinha, ela coloca a isca na boca e fica chupando.

Se fores pescar de molinete, prefira um de 1,5 mts com a ponta bem fina e sensível. Com o molinete na mão, ele tem que ser seguro de forma firme, pois a maioria das vezes, a ponta do molinete chega a mexer somente uns 5 mm (CINCO MILÍMETROS), é uma "batidinha" bem suave. Podes colocá-lo apoiado na beira do barco, isso ajuda a firmá-lo.

Estou narrando a forma como pescamos aqui e das situações de como a tainha se comporta aqui. Acredito que deva ser igual em qualquer região, a não ser que na sua região a tainha está ambientada com outro tipo de comida.

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Que aula!!! PQP!!!/

Apenas uma pergunta, como faz para deixar o engodo parado no fundo, pois aqui em Bertioga a correnteza por vezes é forte e o engodo irá embora, canal acima ou canal abaixo, mas não ficará aonde desejamos pescar... entendeu??? meio confuso né?? abraços

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Eu uso aqueles samburás de alumínio. E faço o seguinte:

1. tiro o miolo do pão

2. encho-o com ração de coelho

3. tampo o pão novamente com o miolo

4. encho o samburá com 30 pães assim, em média.

5. amarro uma cordinha, coloco uma pedra dentro pra afundar

6. jogo-o no fundo, do lado da vara.

Abraços

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Marcelo, quando falas em correnteza, com certeza aqui também temos. Por isso aguardamos até a maré dar uma paradinha.

procure locais que formam um "remanço". Nós pescamos a uns 6 km da barra do rio com o mar e sempre temos a mão a tabela de marés, assim

Preferencialmente sempre podemos prever mais ou menos quando ocorre a inversão da maré e é nessa hora que aproveitamos para colocar o engodo. Mas mesmo quando temos correnteza e a previsão de parada da maré está longe, fizemos bolas maiores e achatadas a jogamos ela a alguns metros do local da pesca para que a correnteza possa levá-la ao local certo. Antes de jogar, faço uma bola menor e jogo e tento acompanhar ela para ver o quanto ela está sendo levada pela maré.

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-Salve moçada!!

-Essa semana,depois de muita chuva por aqui,consegui fazer uma pescaria de tainhas,NO ANZOL.

-Como podem ver na foto,o equipamento é leve e uso a bóia "de correr",para poder arremessar mais longe quando é preciso.

-Iscas naturais,cavalinha cortada em filés e minhocas do mar.Massinha de pão misturadas com sardinha em lata e tomate tbm funciona bem para tainhas.

-Por causa da chuva dos dias anteriores,a água estava um pouco turva,mas quando ela está clara,é possível ver melhor os peixes ali,e arremessar em cima do cardume que se forma para comer o engôdo.

-Espero que curtam a foto,e a dica tá aí,abraços à todos!

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Equipamentos : equipamento de ação leve a média para os grandes peixes; vara simples ou com molinete/carretilha; os anzois devem ser afiados, n° 14 a 20; as linhas de 8 a 14 lb.

Iscas : Miolo de pão e algas filamentosas enroladas no anzol.

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